terça-feira, 29 de junho de 2010

Caderno de Receitas: Ocupação de vagas urbanas para automóveis...




Objetivo: Ocupar uma vaga de carro de maneira criativa e crítica.

Objeto: “Cama de Gato”, estrutura em madeira transpassada por uma gama de elásticos coloridos.

Materiais necessários:

· 4 hastes de madeiras de 3 m e 8 de 2 m com aproximadamente 2cm de diâmetro ou espessura aproximada (seção retangular de 2x5) .

· 120m de elástico roliço colorido.

· 48 parafusos para madeira

· 70 pregos com cabeça de gancho de 20 mm

· 50 m de linha de pedreiro ou similar.

· 12 pregos de 30 mm.




Ferramentas:

· Martelo

· Parafusadeira ou uma chave de fenda

· Tesoura

· Serrote

Instruções de montagem:

Estrutura:

Com as madeiras de 2 m crie duas bases quadradas, colocando 2 parafusos em cada encaixe para garantir a estabilidade. Em seguida conecte as duas bases com as hastes de 3 m no sentido horizontal, faça isso pelos vértices das bases, lembrando sempre de parafusar as hastes de forma que em cada vértice cada haste esteja parafusada nas outras duas.



Para garantir a estabilidade da estrutura faça um contraventamento utilizando a linha de pedreiro e os pregos de 30 mm. Na face superior e nas duas faças quadradas laterais bata os pregos, de forma que, fiquem com 1/3 de seu comprimento para fora da madeira, em seguida enlace-os na diagonal puxando o fio até que sinta que a este ficou firme.

Trama de elásticos:

Ao longo do comprimento de cada madeira coloca-se de 40 em 40 cm um prego de 20 mm. E para que a trama se encaixe perfeitamente nas madeiras adjacentes começa-se a marcar os pregos a partir de 20 cm e nas demais comece de zero. Lembrando que a disposição dos pregos das madeiras que serão conectadas pelo mesmo elástico devem ter disposição igual.

Agora conecte os elásticos de uma extremidade a outra, por toda a estrura.





domingo, 27 de junho de 2010

Disse que me disse - Visita ao Inhotim

Visitar o Inhotim foi realmente uma experiência muito bacana...

Sua proposta museológica é bem diferente das tradicionais, pois muitas de suas obras estão disposta ao ar livre, me meio a jardins, imersas na mata, até mesmo em um topo de montanha e sobre um espelho d’água. Outras estão em espaços fechados que foram construídos especialmente para abriga –las ou em galerias coletivas.









Além disso, o percurso para a visita é diferente, não há uma trilha linear ou um caminho preestabelecido. A caminhada é feita de forma livre e acontece entre obras ao ar livre e galerias.

Em meio às instalações das obras também há jardins com disposição paisagística, que não estão inseridos na paisagem para somente ser contemplados esteticamente. São espécies botânicas, onde muitas já estão ameaçadas.





Todo o local tem um contexto, desde as exposições, as trilhas, a vegetação, os animais, até os acentos ao longo de todo o trajeto... onde seus visitantes ficam completamente maravilhados com tudo que vê.



O que me chamou a atenção nas obras do Inhotim foi principalmente a sensação que elas causam.

Como a " Desvio para o Vermelho", que apresenta um cômodo todo mobilhado em vermelho e de chão aveludado, ao virar na entrada à esquerda, uma surpresa... um susto em meio a escuridão, uma pia branca que parece sair sangue de sua torneira.





E a obra "The murder of crows", que através de sons que são distribuidos em auto-falantes que tem disposição de forma a causar no ouvinte a sensação de sentir os acontecimentos narrados na história.